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Casa de Barberot di Luviè

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1Casa de Barberot di Luviè Empty Casa de Barberot di Luviè em Dom Ago 21, 2011 5:58 pm

Esse tópico existe para que quem queira interagir com o Barberot di Luviè.

Poste junto com o post que dará início à interação a data da ocasião, para organizar as interações.

OBS: Só coloque a data no primeiro post da interação.

Ex:

13 de agosto de 700 A.C.

Adentro a floresta e chego a casa de Barberot...

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2Casa de Barberot di Luviè Empty 03 de setembro de 700 a.c em Sab Set 03, 2011 7:10 pm

Aproveitando a linda luz da lua por entre as árvores da floresta que permeia a pripriedade de Barberot di Luviè, chego em sua portaria, sozinha, e aguardo ser recepcionada.

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3Casa de Barberot di Luviè Empty Re: Casa de Barberot di Luviè em Sab Set 03, 2011 7:23 pm




Carmem se aproxima aos poucos do que pode ver como uma grande morada encravada no meio da selva. Ela pode sentir uma sensação estranha, pois os sons naturais de uma floresta a noite não são escutados, não se vê animais, não se escuta qualquer menção de suas presenças, há pouquíssima corrente de ar passando por entre as árvores. O que chama a atenção é que durante todo o caminho que se faz pela trilha que leva a casa de Barberot a vegetação é morta e todas as árvores num raio de 5 metros do entorno da casa também estão mortas, tudo isso passa uma estranha sensação para quem quer que se aproxime. A arquitetura da morada lembra as construções da nobres casas romanas. Junto a porta há um servo que prontamente coloca-se de joelhos ao ver que uma estranha se aproxima.

Em etrusco ele fala:

- Sejas bem vinda Senhora, chamo-me Titus, em que lhe posso ser útil nessa agradável noite?

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4Casa de Barberot di Luviè Empty Re: Casa de Barberot di Luviè em Sab Set 03, 2011 9:07 pm

Carmen sentiu-se estranha na floresta e sente falta dos animais. Ela está usando uma calça escura, com botas pretas de couro, uma camisa branca com um corset preto de couro afinando-lhe a cintura e um chapéu marrom. Ela olha para o serviçal, tira o chapéu, sorri e diz:

-Por favor, se levante ou seus joelhos ficarão doloridos, não é? Sou Carmen Navarro e estou aqui para uma visitinha a seu senhor Barberot Di Luviè. Creio que ele já esteja aguardando a minha chegada.

Ela fala o nome de Barberot com sua impecável pronúncia.

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5Casa de Barberot di Luviè Empty Re: Casa de Barberot di Luviè em Sab Set 03, 2011 9:26 pm

O serviçal estranha a forma como a Senhora se porta e a responde:

- Perdoe-me se meus joelhos a ofendem, mas não posso agir de outra maneira...

É possível sentir um ar de angústia e de repressão emanando das palavras do serviçal. Ele levanta-se e a guia por entre os salões do casario, levando-a para um salão um pouco melhor iluminado por velas. Vê-se que não há luxo em excesso, mas que trata-se de uma residência de um nobre romano.

- Então minha Senhora, irei comunicar sua presença ao senhor Barberot.

Passam-se alguns minutos, mas sem muitas demoras, entra pelo salão uma figura com seus longos cabelos brancos, trajado de uma longa capa de veludo vermelha que o segue até os pés e impecavelmente abotoada.

O inusitado olha carmem de relance e da um suspiro cansado, caminha pelo salão sem falar absolutamente nada, até chegar do outro lado do salão, de onde tira uma jarra da estante e pega com seus dedos duas taças. Logo em seguida senta-se numa poltrona colocando um pouco do avermelhado liquido nas duas taças sobre a mesa central, com um gesto indica uma cadeira para que Carmem junte-se a ele na mesa e por fim diz:

- É impressionante minha cara como os astros não mentem! A décadas não recebo uma visita, mas a três noites eu li nas estrelas que a uma vigorosa ressaca atormentaria esse cais, agora, não sei dizer se veio, como todas as ressacas, para movimentar as marés e então deixar com que o mar volte a sua mansidão ou se veio para atormentar de vez esse cansado porto.

Barberot empurra a taça cordialmente em sua direção e de súbito diz:

- Oh! Pardon! Sou Barberot Di Luviè, o Regente de Napoles, boa noite!

Suas confusas palavras em nada destoam de sua bagunçada aparência.

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6Casa de Barberot di Luviè Empty Re: Casa de Barberot di Luviè em Sab Set 03, 2011 10:45 pm

Carmen escuta as palavras do serviçal, dá de ombros e diz, quase que para si mesma:

-Já que é assim, que seja.

Carmen segura o chapéu em uma de suas mãos, que estão cobertas com um par de luvas pretas, e o acompanha, enquanto outra mão ajeita graciosamente seus cabelos longos e escuros.

Ao ver o homem de cabelos brancos, Carmen ouve com atenção ao que ele diz, e ao final responde:

-Meu caro, creio que o mar tem mais propósito no que faz do que nós mesmos. *ela sorri* hum.. independentemente do que isso signifique. Mas então, é um prazer conhecê-lo! *Ela faz uma pequena reverência colocando a mão direita no peito e depois pega a taça oferecida e senta-se no local indicado.*

-Creio que há muito tempo já deveríamos ter nos conhecido. Porém, isso não aconteceu. O rei Romulo ja me disse algo sobre o senhor. E então, o que o senhor deseja?

Enquanto Carmen coloca a taça, até então intacta, em cima da mesa, deixa cair um pouco do conteúdo em seu corset que lhe aperta até vísceras, diz um "ops" e sorri novamente. Cruza as pernas, enchuga o líquido com suas luvas e cuidadosamente sente o cheiro, olhando para Barberot.

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7Casa de Barberot di Luviè Empty Re: Casa de Barberot di Luviè em Sab Set 03, 2011 11:05 pm



Barberot limita-se a observa-la e diz:


- A muito não desejo nada mais do que a lua, mas infelizmente ela continua pregada no manto da noite...( ele diz isso olhando pela janela a lua que se coloca cheia entre as nuvens ) não sei mas o que fazer para tê-la...( diz isso com um tom de desilusão ) desde o momento que desiti dela, não desejo nada mais minha cara.

Suspira e bebe um pouco da taça.

- Porém, caso se referia à pele de cordeiro deixada no seu navio, foi apenas para chamar sua atenção. Infelizmente a regência nos faz ter de se posicionar em prol de alguns protocolos idiotas.

Bebe um pouco mais e diz:

- Romulus você diz? Um bom nome... ( diz com um tom de saudade ) já não encontramos irmãos como Romulus, ele é um idiota! Mas um idiota divertido! ( ele gargalha sozinho ). Fui trazido por ele e uns outros figurões para a Regência desta cidadela, e como tal tive que instituir algumas regras aqui, ( ele fita os olhos de Carmem com mais atenção dessa vez ). É tudo muito simples, primeira regra: Um cainita ao chegar a Nápoles deve se apresentar a mim e se pretende negociar uma residência é bom que o faça de coração aberto( diz com um tom de deboche ); segunda regra: O porto é exclusivamente meu; terceira regra: As famílias nobres humanas são exclusividade minha. Pronto! Viu? Tão simples!

Di Luviè termina de tomar sua taça e diz:

- Percebestes minha cara? Nunca desejei nada, apenas protocolos.

Ele joga os pés sobre a mesa, reclina-se pela cadeira e apoia as duas mãos atras da cabeça.

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8Casa de Barberot di Luviè Empty Re: Casa de Barberot di Luviè em Dom Set 04, 2011 10:58 am

Quando Barberot termina sua frase sobre a lua, Carmen dá uma alta gargalhada e diz:

-Oh, me desculpe, sou muito feliz, sabe? Gosto muito de rir, e o senhor tem um ótimo senso de humor!

Depois quando ele fala de Romulus e os protocolos, ela responde:

-Mas é claro, não vejo há mais de mês o meu querido amigo Romulus! Preciso encontrá-lo novamente para que possamos relembrar algumas histórias divertidas.. como a dos sabinos. Que guerra idiota foi aquela, ainda bem que eu estava por lá para ajudar a negociação da paz entre eles. Foi memorável! *ela gargalha novamente* Mas então, quanto a seus protocolos, creio que esteja certíssimo. Peço que não se preocupes comigo, afinal, não mantenho nem desejo manter residência em Nápoles, seus nobres não me interessam nem um pouco, e seu porto, bom... contanto que me permita aportar sem precisar vir aqui me apresentar novamente, eu ficaria muito grata. Até porque, nós podemos fazer um acordo: você me permite aportar aqui e continuar a fazer o que eu sempre fiz e poderá sempre confiar em mim a seguir todos esses seus protocolos. O que achas?

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9Casa de Barberot di Luviè Empty Re: Casa de Barberot di Luviè em Dom Set 04, 2011 3:13 pm



Levemente debochado ele diz:

- Não me oponho ao seu trânsito, até porque como bem eu disse esses protocolos apenas me chateiam. Sua presença me parece algo agradável, mas desnecessária outras vezes para os mesmos propósitos. Você tem a libertade de aportar e comercializar suas mercadorias dentro das regras normais do porto e para me procurar caso tenhas alguma questão a tratar.

Ele suspira e diz um pouco mais sério:

- Apenas não me traga problemas e não peça minha ajuda tolamente, não sou do tipo que compra as brigas de terceiros tampouco uma carta na manga para facilidades. Procure-me quando quiser, mas o faça com inteligência, tenho certeza que é capaz de entender isso. No mais minha cara, foi um prazer conhece-la e diga a Romulus, caso o encontre, que ele precisa vir a Nápoles, pois o tempo passa e algumas coisas mudam.

Barberot levanta-se se direge à Carmem, chama o serviçal e diz:

- Se assim me permite, irei me retirar, uma boa noite, para você e seus incansáveis marujos. Acompanhe-a até a saída.

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10Casa de Barberot di Luviè Empty Apenas o tempo... em Seg Set 05, 2011 7:33 pm

Admin

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A lua está livre nos céus desta noite, Carmen e Barberot sentem uma leve brisa adentrar pela janela, e no horizonte percebem a aproximação de uma embarcação, seguida de uma pequena frota de navios.

Carmen conhece bem o símbolo, a face de um leão africano! (PM)

As embarcações são parecidas com Birremes mas tem um andar a mais recoberto de madeira.

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11Casa de Barberot di Luviè Empty Re: Casa de Barberot di Luviè em Ter Set 06, 2011 12:42 pm

Sorrindo carinhosamente, Carmen diz:

- Já tenho meus clientes certos aqui, tanto para o comércio como para o contrato de meus serviços com meu navio e minha frota. Não faço comércio aberto com qualquer negociante, pois vendo a coisa certa pras pessoas certas, me entende? Até porque não preciso disso, deixo o comércio livre para meus colegas. Quanto a sua ajuda, eu espero não precisar, até porque carta na manga eu as tenho em demasia.

Ela gargalha e logo depois sua face fica singela.

- Então não se preocupe, meus negócios em Nápoles são bem poucos. Fico mais em Roma, inclusive preciso ir pra lá esta noite e direi a Romulus seu recado.

Ela olha para a frota que se aproxima no horizonte e franze as sobrancelhas com uma expressão preocupada.

-Bom, agradeço sua hospitalidade. Esta noite me retiro de Nápoles, boa noite e até breve.

Ela parece sorrir forçadamente olhando pra ele e para a frota no horizonte. Coloca o chapéu e seguindo o serviçal, se retira.

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