Rise of Rome

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Ambientação

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1Ambientação Empty Ambientação em Ter Ago 23, 2011 10:29 pm

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Isto é uma ficção e fatos reais foram alterados para melhor encaixar na narrativa.

Para entender o presente

1200 a.C.

A invasão dórica e a guerra de Troia

Os minóicos influenciaram a história da Grécia através dos micênicos, que tinham diversos aspectos da cultura minóica. Os micênicos se autodenominavam aqueus, um dos decendentes de Heleno(Ancestral dos povos da Ática), e a sua civilização foi destruída com a chegada dos dóricos (outros descendentes de Heleno)
Os micênicos já falavam grego, mas não eram unificados politicamente, tendo-se na região diversos reinos micénicos semelhantes aos minoicos, cujo centro político encontrava-se no palácio, eram comerciantes eamavam a caça e a guerra.

Por volta de 1250 A.C. não se tem mais registros escritos do mundo micénico, o declínio era evidente, o mundo vivia uma era de chamas e destruição. Com a queda do reino hitita no Oriente Próximo as rotas comercais cessaram, guerras internas tiveram seu início sangrento e os dias e noites davam lugar as criações de Ares.

Troia em Guerra

A guerra teve diversos elementos memoráveis a medida que os heróis renascidos forjavam sua glória nessa crescente devastadora, e tudo se resume a um amor ferido, Helena era rainha de Esparta, esposa de Minelau e no entanto Páris que era um conhecido diplomata apaixonou-se por Helena que resolveu ceder aos encantos do rapaz troiano e fugir
com ele. Um simples ato de traição e exércitos foram atirados uns contra os outros culminando na destruição de Troia pelos Helenos, dando fim a civilização micênica.

Uma grande idade das trevas foi o que se teve a partir do fim da guerra até o século VIII A.C.


Os povos da península itálica


A Sociedade Mortal

Roma surgiu e cresceu da sedentarização dos povos no monte Palatino,movida desde sua fundação pela força dos sete reis mitológicos e atribuiu-se uma duração de 35 anos a cada uma das 7 gerações correspondentes aos 7 grandes reis: 3 povos eram conhecidos por terem chegado primeiro a região - Os Rumi que habitavam a região do Palatino, os Titientes que habitavam o Quirinal (uma colina entre milhas do mar Tirreno) e os Luceres que viviam nos bosques ao norte.
No século VIII a.C., os itálicos — latinos (a Oeste), sabinos (no vale superior do Tibre), úmbrios (no nordeste), samnitas (no Sul), oscos e outros — partilhavam a península com outros grandes grupos étnicos: os etruscos do Norte e os gregos do Sul.

Os etruscos estavam estabelecidos a Norte de Roma, na Etrúria (uma zona correspondente ao atual Norte do Lácio e Toscana). Escolhidos pelos deuses, os 7 reis mitológicos estão intimamente ligados a história dos Etruscos e sua cultura, que influencia a região de uma forma arrebatadora.
Os gregos fundaram diversas colônias ao sul, sem uma crença de poderio militar, dizem que Athena e Poseidon entraram em conflito e desse conflito os gregos deram o nome à sua principal colônia: Atenas.

O ponto inicial é a chegada de Rómulo e Remo a região da futura Roma, da chegada desses dois diversos rumores se espalharam por todo o mar mediterrâneo e além. As lendas são contadas pelo povo da época e em parte elas podem ser verdadeiras, a primeira delas é que na verdade Rómulo como diz sua mãe é filho de Marte (Deus da Guerra), sendo essa a verdade por trás de tudo seria fácil entender por que Rómulo como filho do senhor da guerra matou seu próprio irmão e reclamou seu trono em Roma, outra história contada pelos homens do povo é que Rómulo e Remo foram na realidade amamentados por uma loba.

753 A.C. Rómulo funda a cidade de Roma se tornando o primeiro Rei de
uma extensa linhagem que tem seu príncipio nos reis mitológicos.


A Sociedade Imortal - um pequeno resumo


"Há monstros entre nós"

Os cainitas são soberbos, muitas vezes irresponsáveis, talvez por terem a certeza de que os humanos nunca se virariam contra os seres considerados "superiores", grandes capitais do mundo atual são habitadas por criaturas realmente antigas que foram testemunhas de destinos e sendas terríveis, a grande diferença é que dessa vez eles
ainda andam pela Terra manipulando e construindo ardís onde seus joguetes são utilizados como instrumentos frágeis na destruição de seus inimigos, existem ainda monstros antigos que tem força de vontade imbatível para permanecerem ativos após séculos ou mesmo milênios de intrigas e guerras.

Roma

Começaremos por Roma, sua fundação se deu através da conquista dos povos mais primitivos pelos etruscos do norte da peninsula itálica, o descendente dessa antiga linhagem de Etruria é Rómulo, que dizem ter matado seu próprio irmão duas vezes, uma ao abraça-lo e outra ao selar sua morte final, o primeiro rei de Roma é também um cainita terrível,
o filho de Marte pretende derramar sangue em nome da honra de seus antepassados, para o povo de Roma o rei permanece um mistério pois seus dias são um total vazio nas vidas da plebe, porém seus leais servos parecem levar uma administração no mínimo promissora, mantendo um mínimo registro de escravos, tesouros, propriedades e especiarias.
Um novo acordo com Napoles para utilizar-se de seus portos e escoar um pequeno comércio para retomar as negociações com o oriente pode fazer com que os planos do Duas Vezes Condenado sejam cumpridos em pouco tempo, para isto alguns locais como o Chipre podem servir de base para esse comércio.
Rómulo tomou para si o nome de Regente e Rei de Roma, Romulus Primus Maximus.


Sicilia

O clima agradável da Sicília conciliado ao fato de a ilha ser um ponto de referência no mar mediterrâneo chama para si toda sua devida atenção, os prazeres e deleites são um convite a perdição, o cainita regente desta magnífica ilha diz ser de origem Helénica mas aqueles que fizeram seu dever de casa sabem que na verdade Silenus veio dos
confins do Egito, e trouxe consigo toda a luxúria que o ópio e outros prazeres podem ter, o governante da cidade tem em seus planos uma mente focada nos negócios, reservado e soturno o Bom Silenus como é comumente chamado por outros cainitas está aberto a conversação e a diplomacia, boa parte das rotas comercais e navios mercantes abastecem
seus suprimentos na Sicilia ou Creta para seguirem suas viagens.
Alguns rumores apontam para um terror indescritível no bosque a leste da ilha, dizem que infiéis e traidores são levados até esse local para serem sacrificados em nome de Hades, e que as pessoas da ilha evitam esse lugar amaldiçoado susurrando sobre um tal culto do deus das trevas surgindo por entre a plebe, e abatendo os mais temerosos mortais.

Creta

Tudo começou com um único som: o grito de mais de 10 cainitas vindos do templo de Apolo, local onde normalmente haviam as reuniões do conselho de Creta sob a regência de Cidan, um antigo toreador cuja alcunha de deus entre os homens foi rapidamente varrida desta terra com um único movimento de Marte, os planetas se alinharam, e até mesmo
estrelas ficaram vermelhas com o sangue jorrado nesta fatídica noite que completa uma década. O temído deus da guerra e destruição faz sua morada nesta ilha, e desde então ele espera nas sombras, imóvel.
Não se sabe o que este poderoso cainita pretende e ninguém jamais teve coragem de ir atér a ilha perguntar, o que se diz por todos os lados é que sua mais nova cria é o regente de Roma, Romulus Primus Maximus e que Marte estava em Esparta antes da invasão de Troia, e lá permanecia até os tempos atuais.

Nápoles

O Grande Porto!

Todas as coisas vem e vão e em algum momento acabam chegando em Napoles, a mais importante conexão com o continente na época, é o lugar que mantém a economia de parte das províncias italianas aquecida seja com escravos, drogas, tecidos, mercadorias em geral chegam aos portos de Napoles como chuvas chegam constantemente no inverno, seja
com prenúncios de grandes festas nos salões das estalagens que percorrem a viela do porto, abarrotado com o tráfego marítimo.
O regente da cidade, Barberot di Luviè é visto como o responsável por colocar tudo em seu eixo na direção de Roma, inclusive boatos correm as ruas de que o Regente romano tem se encontrado com certa frequência com Barberot, talvez essa seja uma das muitas alianças que estarão por
surgir na sociedade cainita atual.

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2Ambientação Empty Atualizações em Seg Set 05, 2011 7:19 pm

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Akylas contraria Minelau ao aplicar uma solução relacionada a
organização de Esparta. Akylas sai com um grupo de 40 dos melhores soldados passando pela região de Tebas e seguindo em direção ao norte da península itálica.
Narciso compra uma propriedade entre Napoles e Corinto comprando muitos escravos de diferentes etnias.
Carmen aporta o Noches Rubras em Napoles e o Circus Maximus faz sua parada em Roma.

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3Ambientação Empty Fenícia em Seg Set 12, 2011 9:07 pm

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Tem seu epicentro em Canaã, e possui uma cultura comercial marítima que empreende rotas por todo o mar mediterrâneo, foram vistos com embarcações maiores dos que as que existem atualmente, os chamados birremes são mais rápidos e podem se mover com mais agilidade sob as águas.
As cidades fenícias são independentes politicamente e muitas vezes entram em conflitos e guerras internas: As cidades Biblos, Sarepta, Sanconíaton, Sídon e Tiro
Os fenícios fazem uso extenso do alfabeto e é tido como ancestral dos alfabetos que todos conhecemos, nessa época os helénicos estão desenvolvendo um alfabeto baseado nos fenícios e os etruscos já parecem ter interesse nessa compreensão.

Biblos

Biblos situa-se na costa mediterrânica a quilometros de Beirute. Biblos é famosa por ser a mais antiga cidade do mundo, ou pelo menos é o que dizem. As casas são edificadas com um tamanho uniforme, já apresentando um senso incrível de organização.

A civilização Fenícia começou a desenvolver-se, boa parte pelas guerras com os egípcios que lhes rendiam artefatos incríveis de substancial valor. Os fenícios contruiram um tempo em Biblos em homenagem ao deus da guerra Resheph, e seu rei Ahiram vive na cidade, porém as pessoas não o encontram em construções luxuosas como seria o normal, ele está sempre no templo, sempre a orar e santificar seus soldados, sua função é aplicada através do sacerdócio além de líder. O nome da cidade na língua local é Gebal e os fenícios se sentem ofendidos pela origem helénica da palavra Biblos, e fazem a questão de corrigir quem quer que cometa essa blasfêmia.

Ahiram é um líder considerado eleito pelos deuses entre os fenícios, e apesar de fragmentadas as cidades da região prestariam ajuda ao seu comandante sempre sem hesitar.

O cainita Abn Urdal, faz seu domínio em Biblos, os filhos de Haqim fazem visitas constantes e cada vez mais longas, nos últimos anos se reuniram cerca de 8 vezes e dizem que o próprio Haqim preside essas cerimônias.


Sídon


É uma das mais importantes cidades fenícias, e com a fundação de um grande império comercial mediterrânico sua tendência a expandir é muito grande, seus artesãos tem a especialização no fabrico de vidro e tecidos de cor púrpura. Os colonos que fundaram Tiro vieram de Sídon.
Sídon teve conquistadores filisteus, assírios, babilónios mas no momento é a única cidade que vive em meio a Assur sem qualquer problema com os Assírios, talvez o seu conteúdo místico relacionado aos primórdios da Cabala sejam de certa forma responsáveis pelo respeito que essa cidade impõe. Dizem que o senhor do Templo Salomão é responsável por manter a cidade com suas feitiçarias e poderes.
Fora que a sua Deusa regente é Astarte que é vista em suas noites de cultos e principalmente no equinócio de primavera onde a fertilidade e sexualidade são comemorados como aspectos da deusa. Em outras culturas a mesma divindade possui outros nomes como na Sumeria era chamada de Ishtar.

Existe apenas um cainita conhecido em Sídon, seu nome é Tema e dizem que ele destruiu o próprio senhor por crimes cometidos sob o julgo de Astarte.


Tiro

O comércio de todo o mundo está reunido nos armazéns de Tiro. Os mercadores desta cidade foram os primeiros a aventurar-se a navegar através das águas mediterrânicas, fundando colónias na costa e ilhas vizinhas do Mar Egeu, na Ática, na costa do norte da África, em Cartago, na Sicília e na Córsega, na Península Ibérica e mesmo para além dos pilares de Hércules em Gadeira (Cádis. No tempo de David, foi forjada uma aliança entre os Hebreus e o povo de Tiro, que foram governados durante muito tempo pelos seus reis nativos.

Tiro se divide em duas partes distintas: uma fortaleza rochosa, chamada "Antiga Tiro", e a cidade, construída numa pequena e rochosa ilha a cerca de 700 metros da costa. Estrategicamente, é um local muito bem posicionado. Foi cercada durante cinco anos por Shalmaneser III, que contava com o auxílio dos Fenícios do continente.

Apesar da constante ameaça vinda da Assíria, Tiro permanece intacta e o sucessor Assurnirari V está enfraquecido em seu

reinado, pois é comum fazer campanhas militares entre os assírios ao menos uma vez por ano e até o momento isso não ocorreu.


Cartago


Chamada pelos seus conterrâneos de Poderosa Cartago, fundada por colonizadores fenícios de Tiro, tornou-se a capital de uma república marítima muito poderosa, substituindo Tiro no Ocidente, seus planos de colonizar a Sicília e a Sardenha já foram postos em prática, existindo nessas ilhas portos capazes de abastecer embarcações e movimentar o comércio através do mediterrâneo.

O crescimento de Cartago é quase palpável a medida que o temído Troile grita e esbraveja aos 4 ventos suas novas conquistas, talvez ele até seja um pouco exagerado ao dizer que alcançaram a utopia cainita, quando deixam bem claro que em seus territórios os mortais conhecem os seus deuses e se sacrificam voluntariamente para seus propósitos e objetivos, os humanos sabem da existência dos cainitas e estes ajoelham-se em seu trono para suplicar pela vida eterna.

Cartago tem uma grande esquadra marítica em expansão que no momento não possui rivais suficientemente fortes para combatê-la.

Cartago foi uma colônia fundada em 814 a.C. por Dido, irmã de Pigmalião,rei da cidade de Tiro. O enorme desenvolvimento comercial dessa região parece convidar os outros povos aos primeiros conflitos. Os cartagineses,como consequência da intensa atividade comercial da região, possuem uma cultura cheia de influências externas, principalmente do Egito.


Baal Hammon o principal deus fenício adorado na colônia de Cartago, identificado pelos gregos como Cronos e pelos romanos como Saturno. Baal significa "senhor", entretanto, o significado de Hammon tem sua possível origem em Amón (ou Ammón), "O oculto", símbolo do poder criador e "Pai de todos os ventos" na mitología egípcia.

Em seu nome são feitos sacrifícios humanos, "Moloc", como oferenda religiosa. No trofet pode-se ver vários rests humanos, de bebês e até mesmo animais.


Sabe-se que Cartago é protegida no lado da península que a une o continente por uma A tríplice fortificação: uma vala guarnecida por altos postos de observação e um parapeito, ou primeira muralha, uma segunda muralha e enfim uma terceira muralha, que abriga grande quantidade de tropas, inclusive elefantes de guerra e cavalaria. Do lado em que esta chega ao mar fica provavelmente a maior fortaleza da cidade.

Além disto, a cidade é totalmente cercada por outras duas grandes muralhas, circulando toda a extensão da península.

Divide-se em três partes: a byrsa, uma acrópole onde fica o tesouro, o arquivo público e a estátua do deus Ba'al Hammon; uma área urbana residencial onde ficam os templos e a praça de julgamentos; um distrito aparentemente agrícola e separado do resto por outra muralha, chamado Megara. Um grande cemitério separa a byrsa do restante da área urbana e cemitérios menores entre esta última e as muralhas.

Suas construções são de estilo pobre e feitas de materiais baratos, com grandes influências egípcias e gregas. Suas casas não tem janelas, exceto para pátios internos.



Última edição por Admin em Qui Nov 03, 2011 8:34 am, editado 1 vez(es)

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4Ambientação Empty Império Assírio em Ter Nov 01, 2011 7:39 am

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Império Assírio

Situação Geográfica e Origens


A Assíria (também designada por Ashur, Ashshur ou Assur), estende-se para Sul, abarcando o vale do Tigre e do seu afluente, o Grande Zab, constituindo uma área semelhante a um triângulo invertido. As suas mais importantes cidades,são Ashur, Ninive, Calah e Dur Sharrukin.
A região que mais tarde viria a constituir a Assíria foi habitada desde 7000 A.C. A sedentarização das populações ter-se-á iniciado cerca de 6500 a. C. e a composição étnica
das primeiras comunidades de agricultores é desconhecida talvez um povo que falava uma língua não flexionável. Provavelmente no 3º milénio a.C., nômades semíticos conquistaram a região e deram origem a uma língua flexionável, parecida com a da Babilônia, que era a
dominante na região. A escrita assíria era uma versão ligeiramente modificada da cuneiforme babilônica.
No 7º milénio A.C. os agricultores assírios cultivavam trigo e cevada, possuíam gado, construíam casas (algumas com quatro divisões), usavam fornos e guardavam os cereais em vasilhas de barro. Estes povos agrícolas produziam têxteis com rocas de fiar, faziam facas de obsidiana e sílex córneo; usavam machados de pedra, enxós e sacholas. A sua cerâmica era notável, a maioria constituída por barro cozido e pintado. A obsidiana e outras pedras duras eram trabalhadas de modo a originar jarras, contas, amuletos e selos. Modelavam figuras femininas em barro, com fins religiosos e rituais. Os mortos eram frequentemente enterrados em posição flexionada, com os joelhos junto ao queixo e enterrados entre as casas.

Cultura e Costumes

A cultura assíria assemelha-se à babilônica exceto das linhagens reais, por exemplo, a literatura assíria é idêntica à da Babilônica e os reis assírios mais cultos, sobretudo Assurbanipal, encheu as suas bibliotecas com cópias de documentos literários babilônicos.

A vida social, familiar, o casamentos, os costumes e as leis relativas à propriedade eram igualmente semelhantes às da Babilônia. Os documentos da Corte e registos legais partilham muito da lei babilônica e Suméria, embora as penalidades criminais assírias fossem mais brutais e bárbaras.
A nível de práticas e crenças religiosas, verifica-se que o deus Marduk babilônico foi substituído pelo deus assírio nacional, Ashur, como é contado nos registros da cidade:
"Do norte veio um homem, cuja a luz de sua alma era visível e quase palpável. Homem, mas não humano. Possuidor do terceiro olho o homem disse se chamar Ashur e disse que os povos deveriam se unir para as guerras que se sucederiam no território sagrado, disse ele ter visto em seus sonhos que muitos eram os homens livres que passariam pelo território de Assur, mas poucos aceitariam o caminho da iluminação como verdadeiro caminho para a libertação, muitos escolheriam o poder, a guerra e a destruição em detrimento de seus irmãos, os venderiam como gado e os deuses derramariam sua ira sobre as terras sagradas por milênios que viriam.

Ashur governou a cidade durante 1000 anos e o que diz a lenda é que o grande deus e profeta teve um embate com o antigo Deus Respesh que atendia pelo nome de Harabi, embora tenha saído vitorioso e expulsado o deus da guerra Ashur foi mortalmente ferido e confinado na tumba das antigas catacumbas nas ruínas de Assur, alguns dizem que ele dorme lá ainda nos dias de hoje e seu espírito vaga pelas noites protejendo os cidadãos de Assur de todos os males.
Os maiores legados assírios situam-se no campo da arte e da arquitetura.
No 3º milénio a.C. a Assíria, tal como a maior parte do Médio Oriente, ficou sob a influência da civilização Suméria, do Sul por volta de 2300 a.C., fazia parte do império da Suméria e da Acádia. Na sequência do colapso deste império em 2000 a.C., os Amoritas (um povo nômade semítico, do deserto arábico) infiltraram-se e conquistaram grande parte da Mesopotâmia, incluindo a Assíria. Cerca de 1850 a.C., os mercadores assírios tinham colonizado partes da Anatólia Central (Ásia Menor), onde comerciavam cobre, prata, ouro, latão e têxteis.

Expansão e Dependência
Cerca de 1810 a.C. um rei assírio, Shamshi-Adad (reinou de 1813 a 1780) conseguiu alargar o território assírio, desde as montanhas Zagros até ao mar Mediterrâneo. Foi provavelmente o primeiro governante a estabelecer a centralização imperial no antigo Médio Oriente. Dividiu o reino em distritos, governados por administradores e conselhos especialmente designados para esse fim, instituiu um sistema de correios e procedeu a censos regulares da população.
Este primeiro Império Assírio, no entanto, pouco durou. O filho de Shamshi-Adad, Ishme-Dagan I (reinou de 1780 a 1760) foi derrotado, cerca de 1760, pelo rei babilônico Hammurabi e a Assíria passou a integrar o Império Babilônico. Este, por sua vez, também teve uma vida curta. Os Kassitas (um povo de origem não-semítica) invadiram a Babilônia no século XVI a.C. e apoderaram-se do poder político. Outro povo da montanha, igualmente não-semítico, os Hurrianos, infiltraram-se sobretudo no norte da Mesopotâmia e chegaram até o que seria a Palestina.

Juntamente com os hurrianos e de alguma forma misturados com eles, veio um povo indo-europeu, cujo nome se desconhece. Como resultado destas migrações e reviravoltas políticas, o século XVI A.C. foi um dos mais agitados da história da Mesopotâmia.

Cerca de 1500 a.C. a Assíria ficou dependente de Mitanni um reinado de proporções imperiais que se estendera até o norte da Mesopotâmia até inícios do século XIV, quando este reinado sofreu uma séria derrota às mãos do império ascendente dos Hititas do norte. Aproveitando-se da confusão que se seguiu, o rei assírio Ashur-Uballit (reinou de 1364 a 1328) libertou a Assíria do jugo de Mitanni e anexou, inclusive, parte do seu território.
A este rei seguiram-se vários governantes vigorosos, especialmente Adad-Nirari (reinou de 1306 a 1274), Salmanasar (de 1274 a 1244) e Tukulti-Ninurta (de 1244 a 1207). Foram bem sucedidos na expansão das fronteiras assírias e em repelir os seus poderosos vizinhos: os Urartianos, os Hititas, os Babilônios e os Lullubi.

Cada povo era influenciado por um antigo cainita e tinham interesses distintos embora os mortais sob sua influência fossem capazes de continuar as guerras independentemente de seus julgamentos: Os Urartianos tinham o território dominado por um poderoso cainita chamado Nekhersefth, cuja linhagem permanece na obscuridade até os dias atuais. Os Hititas sofrem influência de um terrível tirano chamado Drugal, um tzimisce que veio de terras distantes e lidera os hititas com punho de ferro. Os babilônios sofrem influência em seus domínios de Mersektet, um cainita que diz ter presenciado a chegada de Caim as terras de Baphomet e os Lullubi que constituiam um território mais selvagem, tinham como mestre e senhor Zandor, um Ravnos extremamente habilidoso.
Estes regentes das terras direcionaram seus ataques sorrateiros sobre si mesmos causando boa parte das guerras e passagens políticas da região.
Os conflitos continuaram até a chegada de Abd Urdal que apaziguou os cainitas unificando sob uma mesma bandeira os impérios do oriente.

Prelúdio ao Império
A partir de 1200 a.C., uma nova onda de migrações modificou profundamente a composição da Ásia Ocidental. Da Península dos Balcãs, com toda a probabilidade, veio um conglomerado de povos, conhecido por "povos do mar" facilitados por Zandor, que pôs fim ao Império Hitita na Anatólia e se infiltrou no que seria a Síria e na Palestina. Um povo indo-europeu chamado Mushki, que se instalou a Leste da Anatólia, tornou-se uma ameaça constante para a Assíria,
situada Noroeste. A Oeste, um grupo de nômades semíticos, os Arameus, também era uma ameaça.
A Assíria resistiu, a maior parte das vezes com sucesso, às pressões e ataques dos novos vizinhos. Ao longo desta dura luta pela sobrevivência, desenvolveu uma máquina militar que foi conhecida pela sua crueldade e se tornou o terror de todo o Médio Oriente.

Dominação Assíria
(sécs. XII a VII a.C.)

A Assíria enfrentou sucessivos domínios políticos, que levaram o país a especializar-se na guerra e a expansão para o Ocidente sempre foi uma constante na sua política imperialista.
Foi feita anteriormente uma primeira tentativa bem sucedida de expansão para o Ocidente levada a cabo no reinado de Shamshi-Adad ainda nos séculos XIX-XVIII a.C., que estendeu as fronteiras da Assíria até ao Mediterrâneo.
Inicialmente, as campanhas militares assírias assemelharam-se as invasões bárbaras, que visavam o saque e o tributo. Tiglat-Pileser I (reinou de 1115 a 1077), por exemplo, defendeu as fronteiras assírias dos Arameus e dos Mushki, através de incursões militares que o levaram, a norte, até ao lago Van, em Urartu (actual nordeste da Turquia) e a Oeste, até Palmyra (Turquia), Biblos e Sídon. Na maioria dos casos, os povos fugiam à aproximação dos seus exércitos. Os que ficavam, ou eram massacrados, ou levados para a Assíria. As suas vilas e cidades eram saqueadas e destruídas, mas não era feita qualquer tentativa de anexar os seus territórios.
Este padrão de conquista mudou gradualmente e os governantes assírios começaram a fazer do país o centro de um novo império, incorporando as terras conquistadas sob o seu domínio. No século X A.C. Adad-Nirari II anexou o estado Arameu centrado em Nisibis, a leste do rio Habur. O seu filho, Tukulti-Ninurta II, anexou vários estados arameus perto da cidade de Harran e do vale do Eufrates, assim como a região entre os rios Grande e Pequeno Zab.

Extensão do Domínio Assírio
Assurbanipal II (filho de Tukulti-Ninurta II), governou de 884 a 859 e estendeu o domínio assírio a Norte e a Leste. As suas campanhas brutais devastaram as terras que faziam fronteira com o seu império, mas não atacou os vizinhos mais poderosos, como Urartu a Norte, a Babilônia ao Sul e Aram a Oeste. Também ele, numa das suas campanhas, chegou até ao mar Mediterrâneo. No regresso, fez de Calah a capital, em vez de Assur. Salamanasar III (reinou de 859 a 824 a.C.), seu filho, comandou 32 campanhas militares nos 35 anos do seu reinado. Muitas delas foram dirigidas contra as terras a Oeste do Eufrates, especialmente contra o poderoso reino de Aram. Embora tivesse sido em parte bem sucedido e tivesse recebido tributos consideráveis por parte dos aliados de Aram, incluindo Israel, não conseguiu conquistar Aram propriamente dito.

Aram era dominada por uma poderosa feiticeira conhecida como Astarte, esta impediu o avanço de Abd urdal que alegava que a cidade estava sob o julgo dos Baali, embora a feiticeira tenha negado qualquer contato com criaturas demoníacas. Existem inúmeras lendas que falam sobre Baphomet, o rei demônio.

O Fim dos Reinos de Israel e Judá

No final do reinado de Salmanasar III eclodiu uma revolta na corte assíria, seguida de vários anos de guerra civil. A Assíria caiu na obscuridade e o seu poder declinou. Mas em
meados do século VIII a.C. revive, com a iminente ascensão de um garoto prodígio Tiglat-Pileser III, com idéias renovadoras e ambições dignas de um rei babilônico Tiglat III está reforçando a autoridade real e retirando o poder da nobreza. Já criou um exército permanente e planeja as suas campanhas com o objetivo de anexar território inimigo sendo que os povos que conquistados serão deportados e reinstalados dentro dos domínios assírios, de modo a esmagar a sua consciência e coesão nacionais. Abd Urdal proibiu a todos os cainitas que exercessem influência sobre Tiglat III


Israel, Judá e a Assíria no séc. VIII
De 783 a 746, sob o reinado de Jeroboão II, Israel desenvolveu-se como potência econômica, restabeleceu fronteiras (de Hamat ao mar de Arabá) e atingiu um nível de vida elevado. No entanto começa nesse momento uma crise social, política e religiosa- houve cinco reis neste período: Zacarias, filho de Jeroboão, que é morto por Shalum, um antigo Lasombra que alegava que um antigo mal dominava a mente do rei,e este foi destruído por Menahém de Gadi, um Setita que ingressou na regiao durante as guerras sumérias. A política em relação à Assíria é de submissão embora as relações sejam estreitas e tensas. Abd Urdal tenta manter as guerras sob controle embora Menahém tenha um ódio nutrido de antigos tempos na Mesopotâmia, os motivos para todos são ocultos, mas é fato que o setita odeia o filho de Haqim até mais do que os invasores lupinos que chegam as terras de Israel através do grande oriente.


Sociedade Cainita

Assur

Atualmente a única cidade que é ocupada por cainitas de fato é Assur, seu regente gosta de ser chamado de Juiz de toda a Assíria, Abd Urdal é um filho de Haqim sereno, e apesar de muitos saberem de suas origens guerreiras todos sabem que o Assamita utiliza a feitiçaria de sua linhagem tão bem quanto os magos de sua ordem, e os boatos sobre o Rei guerreiro e feiticeiro se alastram entre os cainitas. Abd Urdal tem princípios que remontam o caminho dos juízes assamitas da segunda cidade e as regras de Assur são impostas conforme as regras dos anciões de seu clã. No entanto existem alguns adendos em suas leis:

- Nenhum mortal ou imortal deve profanar a tumba do deus Ashur em seu eterno sono, segundo Abd Urdal o local é sagrado para os cidadãos assírios e deve ser preservado.

- É proibído o uso de armas e violência dentro do palácio, sendo a punição aplicada a morte.

- É proibído o amaranto dentro dos limites do Império Assírio, a não ser que seja feito sobre a alçada do Rei e tendo sido aplicada a punição máxima pelo próprio soberano.

- Aquele que trair os seus semelhantes e as tradições de Caim será caçado e terá seu espírito consumido pelos algozes de Urdal.

- Honra e Justiça são mais que palavras em Assur e o seu governante as leva muito a sério, a Palavra e o Juramento estão acima de qualquer código pessoal ou moral. Os responsáveis por transgredir esta regra serão mortos ou destruídos e terão suas crias e as crias de suas crias caçadas permentemente.

- O sangue é sagrado, ele não deve ser usado de forma leviana e sem preparo, a alimentação se faz necessária, mas causar a morte dos mortais a procura da sobrevivência acarreta em consequências para seus irmãos e irmãs, apreço pela vida mesmo que isso pareça sem sentido. Punição: Banimento para sempre do oriente e terras próximas.

- Não toque nos mortais de sangue real, a linhagem do rei é assunto somente de Abd Urdal. Aqueles que transgredirem esta regra sofrerão a morte final.

- Adorar os deuses demônios é uma ofensa a Haqim e toda sua luta na segunda cidade junto a Saulot para expulsá-los e impedir suas atrocidades. Ajudar ou se entregar a estas criaturas é o pior dos pecados sendo a punição o amaranto pelos algozes de Abd Urdal.

Atualmente a corte de Assur é composta por 3 algozes, 3 feiticeiros e 3 conselheiros, são eles:

Algozes

Kamal

Esconde o rosto por trás de uma máscara de barro com chifres pintados de vermelho, usa sempre um manto negro cobrindo todo o corpo, suas espadas ficam em compartimentos feitos por ele mesmo na parte de baixo de seus braços para deixar o acesso a elas mais fácil, utiliza sempre duas cimitarras com escritas em egícpio.

Karin

A mulher é praticamente uma assassina nata, diferente de outras mulheres, ele se veste como uma monge e tem sua cabeça completamente raspada todas as noites, as roupas são claras e flexíveis para que ela tenha os movimentos menos retardados por panos. Suas armas são punhos de ouro forjados especialmente para ela, eles se acoplam perfeitamente as suas mãos e possuem pequenas lâminas que saem entre os dedos.

Nit Sutek

De todos os juízes é talvez o mais cruel, este homem utiliza uma espada com duas lâminas, tem os cabelos longos e tatuagens em sua testa que representam a morte, ele possui também uma foice que carrega em suas costas, suas vestimentas são muito parecidas com as vestes de beduínos, completamente escuras.

Feiticeiros

Os 3 feiticeiros vestem-se exatamente como Abd Urdal.

Tehriri - O único homem de origem ática entre os homens de urdal, loiro de olhos azuis e até mesmo belo Tehriri tem a fama de possuir uma mágica poderosa, capaz de conjurar e expurgar dêmonios e até mesmo aprisioná-los este cainita é o pesadelo daqueles que seguem as linhas obscuras do poder, o único dos 3 que tem conhecimentos de contramagia e forja de amuletos mágicos.

Lum - Amaldiçoada por possuir conhecimento e manipular espíritos Lum consegue fazê-lo mesmo que não esteja utilizando de seus dons da noite, para ela isso é uma dádiva tanto quanto um pesadelo, de origem persa Lum esconde seu rosto atrás de um véu azul escuro e utiliza-se de roupas que cobrem o corpo inteiro da mesma cor, seus olhos são escuros e sua pele também.

Ptah Knaemu - Antigo sacerdote de Rá e mantenedor da verdade, seus olhos sempre brilhantes guiam o caminho, o único salubri em Assur remanescente de uma era de escuridão e redenção, seus poderes ultrapassam os dos outros feiticeiros, Ptah Kaemu está sempre com suas vestes sacerdotais e o sol desenhado a tinta em suas roupas.



Conselheiros

Khalir Dor Aram - Khalir é um Brujah antigo que acredita que o sonho de Cartago foi deturpado por seu irmão Troille, veste-se como um verdadeiro nobre assírio, roupas de seda e anéis de pedras em suas mãos.

Rannsurbaal - Descendente da linhagem de Absurbaal este homem foi treinado na teia dos punhais e tornou-se um caçador de recompensas, normalmente fazendo trabalhos para lasombras e ventrues influentes Rannsurbaal desviou-se de seu antigo caminho e optou por tornar-se conselheiro de Abd Urdal que lhe ofereceu uma segunda chance. Pele enegrecida, olhos escuros.

Raramein - Indiano, Raramein conhece técnicas que foram passadas até mesmo como conhecimento para Saulot quando este visitou a Índia, e ele afirma que o salubri ainda está por suas antigas terras, o indiano tem uma clareza que nenhum outro Assamita possui, e por motivos estranhos sua pele não escurece como a dos outros.

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